| Login | Crie o seu Jornal Online FREE!

PRAVDA NEWS
Desde: 06/02/2012      Publicadas: 25245      Atualização: 12/03/2017

Capa |  INTERNACIONAL  |  islam  |  Parana  |  Portugal  |  São Paulo
INTERNACIONAL
Marcelo Odebrecht es condenado a 19 años de prisión en el caso Petrobras

internacional - · Doria pede R$ 20 milhões à Qatar Airways

O prefeito de São Paulo, João Doria, pediu R$ 20 milhões à maior companhia aérea do Qatar para reforma e manutenção das pontes das marginais e da passarela de Congonhas. Nesta quinta-feira (16), o primeiro compromisso do prefeito em Doha foi uma reunião com o presidente da Qatar Airways, Akbar Al Baker.



Ao final do encontro, o prefeito disse também que não há previsão de mudança da lei Cidade Limpa para instalação de cartazes com o nome da empresa. Na avaliação do tucano, apenas a publicidade natural do investimento será suficiente.



Doria está no Qatar, para mais uma rodada de reuniões com possíveis investidores.

internacional - As ações do juiz federal Sérgio Moro começaram a surtir efeitos de proporção internacional

Argentina, Chile, França, Angola, Portugal, EUA, Emirados Árabes, entre outros tantos, poderão ter políticos do alto escalão envolvidos na corrupção que deflagrou na crise política brasileira [criada por Lula e seus comparsas].

Marcelo Odebrecht tem o intuito de entregar à Justiça todos os trabalhos "sujos" realizados pela empresa.

A Lava Jato vai além da Petrobrás. A Força-Tarefa investiga outros focos de corrupção como a Eletronuclear, Angra 3, Eletrobras, Belo Monte, etc"

O número de alvos de inquérito no STF aumentou em 168% com as delações de Sérgio Machado e Delcídio do Amaral.

A Lava-Jato continuará avançando e fechando o cerco contra empresas e políticos que utilizaram recursos públicos para fins particulares.

O Banco do Nordeste também é alvo de investigação. O Ministério Público do Ceará encontrou fraudes na concessão de empréstimos com valores altíssimos, chegando a R$ 683 milhões.

Há escândalos também na Funasa (Fundo Nacional de Saúde) em vários Estados, com suspeitas de fraudes e superfaturamento em contratos.
internacional - Um dos governadores constantemente

Yenagoa, exceto para qualquer mudança de última hora, os governadores da zona geopolítica Sul-Sul sob a égide do Sul-Sul Fórum Governadores, SSGF, deverão convergir em Yenagoa, capital do Estado de Bayelsa, aka Jerusalém de Ijaw Nation, fim de semana, depois de anos de apatia, de re-unir e queixo-queixo sobre questões comuns de desenvolvimento.

Embora os detalhes da negociação estão ainda a ser divulgado, uma fonte do governo top disse NDV que a Comissão preparou, a instituição regional estabelecido em 2011 para impulsionar o processo de cooperação e integração entre os estados Sul-Sul, mas que estava de pé sobre a sua últimos pés, vai receber um beijo da vida dos governadores. Braced é um acrônimo para Bayelsa, Rivers, Akwa Ibom, Cross River, Edo e estados Rios. Dickson pega o desafio: NDV aprenderam que seguir nossos relatórios exclusivos sobre a ira dos cidadãos da região sobre a negligência da Comissão preparou e SSGF pelos governadores, e chamá-los a retomar as reuniões regionais, como os seus homólogos de outras partes do país , alguns dos governadores, chamado em seu colega mais velho-serving, Seriake Dickson de Bayelsa a liderar o caminho.

Um dos governadores constantemente sobre o pescoço de Dickson, NDV reunidos era Emmanuel Udom do estado de Akwa Ibom. Outros governadores também chamado e lhe deu suas bênçãos para ir em frente e pedir uma reunião. Além disso, o líder sul-sul e organizador do Delta Fórum Pan Níger, PANDEF, Edwin principal Clark, falou no telefone para Governors Dickson e Ifeanyi Okowa do estado de Delta sobre a necessidade de os governadores para pegar de onde parou a Comissão preparou e sua Forum. confirmação antes de Okowa: Governador Okowa recentemente confirmado pelo Asaba que os governadores se reunir em breve, mas não mencionou data. Nossa fonte confiável, porém, disse: "Governador Seriake Dickson como o mais antigo governador servindo na zona é convocar a negociação, que se destina a promover a unidade e integração entre os estados. Uma vez que as outras zonas estão todos trabalhando no sentido da integração, é também do interesse dos Estados Sul-Sul para se unir e traçar uma frente comum ". Provável 26 de fevereiro: De acordo com a fonte, o encontro, previsto para fim de semana, 26 de fevereiro, iria realizar no novo edifício icónico que abriga os escritórios do Bayelsa Governador e Vice-Governor.NDV reunidos que, além de deliberar e tomar decisões que fazem fronteira com o desenvolvimento de a zona, a reunião Yenagoa permitirá Governador Dickson para mostrar a seus colegas seus passos de desenvolvimento nos últimos cinco anos.

internacional - Silêncio de Maputo sobre rapto de português gera mal-estar em Lisboa



Há meses que Portugal se desdobra em pedidos de informação a Maputo sobre o português raptado em Moçambique no Verão passado, mas a única resposta que obteve até agora foi o silêncio.

Perante o prolongado e insólito mutismo das autoridades moçambicanas, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa enviou há duas semanas uma carta ao seu homólogo, o Presidente Filipe Nyusi, para pressionar Maputo e, mais uma vez, pedir informação sobre o desaparecido, um empresário agrícola que há anos trabalha na Beira, no centro do país.

Para espanto de diplomatas e políticos que acompanham o processo, o Presidente Nyusi ainda não respondeu à carta do chefe de Estado português - mais de duas semanas depois de esta ter sido enviada.
Por desejo da família do empresário desaparecido, o caso tem sido gerido em segredo e com enorme discrição. Mas passados sete meses sem informação, sem respostas, sem sinais de que há uma investigação em curso e sem, sequer, uma resposta de cortesia diplomática às missivas de Lisboa, do lado português houve uma clara evolução: o que começou por ser um desconforto e uma desilusão, deu lugar à incredulidade e ao mal-estar.
As démarches portuguesas têm sido feitas ao mais alto nível: gabinete do primeiro-ministro, Ministério dos Negócios Estrangeiros, Procuradoria-Geral da República e Palácio de Belém fizeram contactos formais e informais, diligências por escrito e por telefone, directas e indirectas. O resultado tem sido apenas um: "Nada de nada", resume uma fonte que conhece bem o processo.
O primeiro-ministro António Costa já falou algumas vezes com o seu homólogo Agostinho do Rosário sobre o caso e, no fim do ano passado, ofereceu mesmo a disponibilidade de a Polícia Judiciária portuguesa cooperar com a moçambicana na investigação do misterioso desaparecimento. Mas também essa proposta caiu no vazio. "Não há uma explicação. Não há um sinal de vida. Não há um corpo. Não há abertura para investigar...", lamenta outra fonte que acompanha o caso há meses. "São não-respostas que respondem a muita coisa."
Este silêncio não só é invulgar nas relações entre países amigos, como é visto com particular estranheza por Moçambique ter sido o país onde Marcelo Rebelo de Sousa fez a sua primeira visita de Estado, logo em Maio, dois meses depois de tomar posse. Além disso, Filipe Nyusi foi um dos poucos chefes de Estado que Marcelo quis convidar para as cerimónias da sua investidura. Ainda todos se lembram das fotografias desse dia na varanda do Palácio de Belém: o rei de Espanha, o antigo Presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso e ao centro, a rir para Marcelo, o Presidente Nyusi. A relação de Marcelo com Moçambique é especial mesmo a nível privado. "Foi o melhor lugar da vida política" do seu pai, Baltazar Rebelo de Sousa, Governador de Moçambique durante o Estado Novo, escreveu o Presidente num livro que publicou há uns anos.
Contactada na sexta-feira de manhã e, de novo, no sábado, a embaixadora de Moçambique em Portugal não respondeu ao pedido do PÚBLICO para comentar a questão. Já o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, fez uma breve declaração ao PÚBLICO: "Há casos em que as famílias preferem que as diligências oficiais sejam feitas de forma discreta e não pública. Este é um desses casos e eu, obviamente, respeitarei essa vontade. Por isso não tenho mais nada a dizer."
Dentro e fora do ministério, no entanto, adensam-se as especulações sobre a razão do silêncio moçambicano. Um dos cenários considerados mais plausíveis é Maputo querer proteger alguém do topo da sua própria hierarquia, na polícia ou no próprio Executivo. "Em Moçambique, não há decisões tomadas a nível intermédio", diz um profundo conhecedor da realidade do país. "É tudo ao nível superior."
O rapto do empresário português, no fim de Julho de 2016, está envolto em características invulgares e não segue o padrão clássico: houve um primeiro contacto dos raptores mas nunca houve um pedido de resgate (regra geral, isso acontece nas primeiras 48h, no máximo 72h, após o desaparecimento da vítima) e não ocorreu em Maputo, mas na Gorongoza, onde a Renamo tem as suas bases.
Há anos que há raptos em Moçambique e há anos que são conhecidas as ligações directas entre as redes de raptores e a Polícia Nacional moçambicana. Entre 2001 e 2013, houve mais de 60 raptos no país, mas foi a partir de 2011 que o problema se intensificou. Só no fim de 2013, houve 30 raptos em seis semanas. Nessa altura, um tribunal de Maputo condenou três polícias a 16 anos de prisão por envolvimento em raptos e, pouco depois, mais dois polícias foram detidos por suspeita do mesmo crime. "Há polícias em tribunal por envolvimento nos raptos, mas é sempre a arraia-miúda", nota um empresário português. "Há casos em que as pessoas são raptadas pela polícia e libertadas pela polícia e em que se percebe claramente que é tudo a mesma gente."
 
Dívida tóxica
Depois do escândalo da dívida tóxica, Moçambique está a fazer um enorme esforço diplomático para tentar recuperar a confiança da comunidade internacional e normalizar o relacionamento com os parceiros estrangeiros. Mas até Março nada deverá mudar de forma decisiva.

PORTUGAL - Embaixador de Angola e o caso Manuel Vicente

O embaixador de Angola em Lisboa remeteu nesta sexta-feira para a justiça portuguesa a justificação da acusação ao vice-presidente angolano, mas separou o caso das relações institucionais entre os dois países.


"Quem acusou é que sabe porque é que o fez, mas nós não estamos aqui para comentar isso", afirmou o embaixador Marcos Barrica, à margem de um Fórum de Agricultura Portugal-Angola, organizado em Lisboa.
Directora do DCIAP confirmou arquivamento que terá sido pago por vice de Angola

"Hoje estamos aqui a tratar de questões de cooperação Angola-Portugal na agricultura, pecuária e florestas. É isso que nos interessa hoje", disse o embaixador.

Ainda antes dos comentários do embaixador Marcos Barrica, o ministro da Agricultura angolano, Marcos Nhunga, declarou à imprensa que desconhecia o caso.

"Eu nem me apercebi disto. Nem me apercebi, nem vim cá a Portugal para resolver estas questões", disse o ministro ao ser questionado pela agência Lusa sobre a acusação a Manuel Vicente.

Marcos Nhunga insistiu que apenas faria comentários sobre agricultura.
Vice-presidente de Angola acusado de corromper procurador português

O Ministério Público português acusou na quinta-feira o procurador Orlando Figueira, o vice-presidente de Angola (e ex-presidente da Sonangol) Manuel Vicente, o advogado Paulo Blanco e o arguido Armindo Pires no âmbito da Operação Fizz, relacionada com corrupção e branqueamento de capitais.

Uma nota da Procuradoria-Geral da República (PGR) adianta que Orlando Figueira, que exerceu funções como magistrado do Ministério Público entre Setembro de 1990 e Setembro de 2012, foi acusado de corrupção passiva, branqueamento (em co-autoria com os outros três arguidos), violação de segredo de justiça e falsificação de documento (em co-autoria com os restantes arguidos).

Manuel Vicente, à data dos factos presidente da Sonangol e actualmente vice-presidente de Angola, é acusado de corrupção activa (em co-autoria com os arguidos Paulo Blanco e Armindo Pires), de branqueamento de capitais (em co-autoria com os restantes arguidos) e falsificação de documento (também em co-autoria com os restantes arguidos).

O arguido Armindo Pires, representante em Portugal de Manuel Vicente, foi acusado de corrupção activa (em co-autoria com os arguidos Paulo Blanco e Manuel Vicente), branqueamento de capitais (em co-autoria com os restantes arguidos) e falsificação de documento (em co-autoria com os restantes arguidos).

A Operação Fizz investigou o recebimento de contrapartidas por parte do magistrado do Ministério Público, Orlando Figueira, suspeito de favorecer interesses de terceiros, em dois processos.

Segundo a PGR, três arguidos estão acusados de, em conjugação de esforços, terem pago a Orlando Figueira, que, na altura, trabalhava no DCIAP, cerca de 760 mil euros e de lhe terem dado outras vantagens, designadamente, a colocação profissional numa instituição bancária.

Em troca, o magistrado arquivou dois processos, favorecendo o presidente da empresa angolana, Manuel Vicente.

O vice-presidente angolano será notificado do despacho de acusação através de carta rogatória dirigida às autoridades angolanas para depois o Ministério Público se pronunciar sobre medidas de coacção a aplicar.

Em Outubro de 2013, o Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, anunciou a suspensão da parceria estratégica entre Angola e Portugal, devido às investigações judiciais em curso em Portugal a várias entidades angolanas, designadamente o vice-presidente Manuel Vicente e o Procurador-Geral da República.
PORTUGAL - Bloqueadas 38 operações bancárias avaliadas em 21,6 milhões



A Justiça bloqueou 38 operações bancárias no valor de 21,6 milhões de euros nos primeiros dez meses do ano passado, por suspeitas de crime de branqueamento de capitais, segundo um relatório da Procuradoria-Geral da República (PGR).
PUB

Os bancos, e outras instituições financeiras, têm o dever legal de comunicar ao Ministério Público (MP) e à Unidade de Informação Financeira da Polícia Judiciária (PJ) as transacções e actividades suspeitas ou sobre as quais tenham razões para acreditar que aconteceu, está em curso ou foi tentada uma prática de branqueamento de capitais.

Os dados, apesar de não incluírem ainda o ano de 2016 completo, permitem já perceber um aumento do número de comunicações feitas pelas instituições, de 2903 em 2014 para 3865 em 2015 e para 4297 de Janeiro a Outubro de 2016.

Em 2014, a Justiça tinha determinado a suspensão de 43 operações bancárias em que estavam em causa a movimentação de 34,3 milhões de euros e, em 2015, 64 operações bancárias avaliadas em 47,1 milhões de euros.

Também nos primeiros 10 meses do ano passado, o portal do Ministério Público Corrupção - Denuncie aqui recebeu 1239 denúncias de corrupção e criminalidade conexa, que deram lugar à instauração de 139 inquéritos e 28 averiguações preventivas.

Os dados da PGR, que constam do relatório síntese Corrupção e Criminalidade Conexa, mostram, no entanto, que estas denúncias não têm tido um crescimento sustentado, ascendendo a 1941 em 2014 e descido para 1476 denúncias em 2015.

Mas em todo o ano judicial de 2015/2016, a PGR registou um aumento de 7%, face ao ano judicial anterior, ao registar um total de 1741 inquéritos sobre crimes de corrupção e criminalidade conexa, como corrupção (617), peculato (457), abuso de poder (371) ou branqueamento de capitais (162).

O branqueamento de capitais, que há três anos mereceu um aviso do Banco de Portugal para obrigar os bancos a medidas de vigilância contra a lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo, deu lugar à dedução de 13 acusações e a uma acção penal do Ministério Público de 47,66% neste tipo de crime.

Entre as novas obrigações em vigor desde 16 de Fevereiro de 2014 está a obrigação de os bancos identificarem os depositantes acima de 10.000 euros, mesmo que depositados através de várias operações, ou de fazer o registo centralizado de transferências bancárias superiores a 15.000 euros.

O Banco de Portugal (BP), contactado pela Lusa, escusou-se a dar mais informação, além da que consta da síntese de Julho de 2015 sobre a avaliação dos riscos de branqueamento de capitais e de financiamento do terrorismo, disponível no site do Banco de Portugal, invocando o dever de segredo de supervisão.

Naquele relatório são identificados os sectores com riscos de branqueamento de capitais e financiamento de terrorismo (BCFT) mais elevados, admitindo o BP que a conjuntura económica e financeira dos últimos anos aumentou a pressão sobre as instituições bancárias, carentes de liquidez, "aumentando necessariamente o risco de abrandamento dos procedimentos" de identificação, indispensáveis para apurar a legalidade e legitimidade dos fundos aplicados por clientes/investidores.

"Algumas instituições em situações de maior debilidade financeira tornam-se bastante permeáveis à entrada de novos axcionistas que permitam, através de significativas entradas de capital, ajudar a combater a difícil situação em que se encontram", afirma o BP naquele relatório.

O regulador diz ainda não ser igualmente possível ignorar "o aumento do risco" que uma política de concessão de crédito bancário fortemente restritiva tem provocado nos demais agentes económicos, forçados a encontrar modelos de financiamento alternativos, utilizando critérios porventura menos exigentes e mais vulneráveis à entrada de capitais de origem ilícita.

No sector não financeiro, as vulnerabilidades identificadas pelo BP revelaram uma "enorme multiplicidade" - desde o jogo 'online' à aquisição de bens imóveis - em que a transação se efectua, no todo ou em parte, em dinheiro, passando pelo desconhecimento de beneficiários, pela inexistência de exigência de contabilidade organizada e pela gestão de contas de clientes.

"Os riscos são altos nos sectores imobiliário, de notários e conservadores e de comerciantes de bens de alto valor unitário, médios nos sectores dos casinos, dos profissionais independentes (ROC, TOC, advogados e solicitadores) e baixo no sector de apostas e lotarias", adianta.
internacional - Alerta en EE.UU. por falsos agentes de inmigración que estafan a indocumentados 

'Al caído, caerle': Alerta en EE.UU. por falsos agentes de inmigración que estafan a indocumentados 


Las denuncias se producen después de una serie de redadas en todo el país, que permitieron la detención de cientos de indocumentados y provocaron el pánico entre la población.
Este miércoles, el fiscal general de Nueva York, Eric Schneiderman, emitió una advertencia acerca de la presencia de estafadores, que haciéndose pasar por agentes del Servicio de Inmigración y Aduanas (ICE, por sus siglas en inglés), intentan estafar a los inmigrantes en situación irregular amenazándolos con la expulsión del país.
En un comunicado oficial, Schneiderman afirmó que su oficina ha recibido una gran cantidad de denuncias al respecto, subrayando que los supuestos funcionarios exigen distintas sumas de dinero. El fiscal aseguró que es inconcebible que se "aprovechen del temor" de la comunidad inmigrante e instó a la ciudadanía a aprender a conocer los métodos de estafa e informar en caso de sospecha.
Al respecto, el funcionario aclaró que un agente autorizado de la ICE nunca pedirá dinero o pondrá en peligro la situación legal de alguien si no se le paga y aclaró que ninguno de ellos cuenta con la autoridad para ingresar a una vivienda sin una orden firmada por un juez.
La alerta se produce después de una serie de redadas en todo el país que permitieron la detención de cientos de indocumentados y provocaron el pánico entre la población. Ante esta situación, organizaciones no gubernamentales como United We Dream, que lucha por los derechos de los inmigrantes, han lanzado campañas que enseñan "qué puede hacer en caso de una redada".
internacional - Alerta en EE.UU. por falsos agentes de inmigración que estafan a indocumentados 

'Al caído, caerle': Alerta en EE.UU. por falsos agentes de inmigración que estafan a indocumentados 


Las denuncias se producen después de una serie de redadas en todo el país, que permitieron la detención de cientos de indocumentados y provocaron el pánico entre la población.
Este miércoles, el fiscal general de Nueva York, Eric Schneiderman, emitió una advertencia acerca de la presencia de estafadores, que haciéndose pasar por agentes del Servicio de Inmigración y Aduanas (ICE, por sus siglas en inglés), intentan estafar a los inmigrantes en situación irregular amenazándolos con la expulsión del país.
En un comunicado oficial, Schneiderman afirmó que su oficina ha recibido una gran cantidad de denuncias al respecto, subrayando que los supuestos funcionarios exigen distintas sumas de dinero. El fiscal aseguró que es inconcebible que se "aprovechen del temor" de la comunidad inmigrante e instó a la ciudadanía a aprender a conocer los métodos de estafa e informar en caso de sospecha.
Al respecto, el funcionario aclaró que un agente autorizado de la ICE nunca pedirá dinero o pondrá en peligro la situación legal de alguien si no se le paga y aclaró que ninguno de ellos cuenta con la autoridad para ingresar a una vivienda sin una orden firmada por un juez.
La alerta se produce después de una serie de redadas en todo el país que permitieron la detención de cientos de indocumentados y provocaron el pánico entre la población. Ante esta situación, organizaciones no gubernamentales como United We Dream, que lucha por los derechos de los inmigrantes, han lanzado campañas que enseñan "qué puede hacer en caso de una redada".
Cidades - Tropas federais vão ajudar polícia do Rio a garantir segurança nas ruas

Tropas federais vão ajudar polícia do Rio a garantir segurança nas ruas

O presidente brasileiro, Michel Temer, autorizou na tarde desta segunda-feira o envio de militares das Forças Armadas para garantirem a segurança pública nas ruas do Rio de Janeiro. Temer deu a autorização após um pedido nesse sentido feito pelo governador do estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, que foi a Brasília pedir ajuda. Não foram adiantados detalhes sobre o assunto, que deverão ser conhecidos apenas esta terça-feira, como o número de militares e os meios de apoio a serem enviados, bem como se patrulharão apenas a cidade do Rio de Janeiro ou outras cidades do estado. Mas fontes do governo adiantaram que, dada a urgência, é provavel que os primeiros soldados sejam enviados para o Rio ainda esta terça ou, no máximo, quarta. O Rio enfrenta uma crise na segurança pública que não é de hoje e já exigiu o envio de tropas em outras ocasiões, mas agravou-se muito nos últimos tempos, com a polícia profundamente insatisfeita pela falta de meios, pela sobrecarga de trabalho e pelos sucessivos atrasos no recebimento dos ordenados. Até esta segunda-feira, a polícia fluminense ainda não tinha recebido o ordenado de Janeiro nem o subsídio de Natal, parte do efectivo não tinha recebido nem mesmo o ordenado de Dezembro e os agentes não receberam até agora os adicionais prometidos para quem trabalhou em regime de jornada dupla nos Jogos Olímpicos, realizados em Agosto do ano passado. Para agravar ainda mais a situação, desde sexta-feira passada mulheres, mães e outros familiares de polícias cercam 28 quartéis, tentando impedir que os agentes saiam para trabalhar. O comando-geral da corporação afirma que a situação está práticamente normal, que está a conseguir colocar nas ruas 95% do efectivo, mas a situação é realmente grave e já se começa a notar redução no policiamento. Domingo, supostamente por não existir o policiamento suficiente para a ocasião, houve uma batalha campal antes do jogo entre o Flamengo e o Botafogo no lado de fora do Estádio Engenhão, uma pessoa foi morta e quase 20 ficaram feridas, ao menos duas com gravidade. Além disso, tendo de trabalhar quase 24 horas por dia porque parte dos agentes está retida em batalhões, polícias têm passado mal durante o serviço, principalmente durante o dia, quando a temperatura na cidade do Rio de Janeiro tem passado dos 40 graus. As Forças Armadas já ajudam neste momento vários outros estados brasileiros na questão da segurança pública, nomeadamente os do Rio Grande do Norte e Espírito Santo. Só para eeste último, onde mulheres e mães de agentes bloqueiam desde o passado dia 4 todos os quartéis impedindo supostamente a saída dos agentes, o governo central já enviou 3131 soldados, tanques e helicópteros.




Mais notícias
14/02/2017 - Cidades - Facebook
Facebook ofrece a los becarios alojamiento gratuito con miles de comodidades como servicio de transporte desde y hacia sus oficinas de Menlo Park, así como un "plus" de vivienda de 1.000 dólares mensuales...
14/02/2017 - internacional - Netflix
NetflixNetflix ofrece un año de maternidad o paternidad pagada a todos sus empleados. Además, tienen la posibilidad de volver al trabajo a media jornada o jornada completa, así como tomarse todo el tiempo libre que necesiten durante ese primer año....


Acesse a lista completa >>


Capa |  INTERNACIONAL  |  islam  |  Parana  |  Portugal  |  São Paulo
Busca em

  
25245 Notícias


islam
  internacional
  Caso Odebrecht: ordenan terminar contrato de vía Ruta del Sol II en Colombia