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PRAVDA NEWS
Desde: 06/02/2012      Publicadas: 25245      Atualização: 12/03/2017

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· Doria pede R$ 20 milhões à Qatar Airways

 ·  Doria pede R$ 20 milhões à Qatar Airways
O prefeito de São Paulo, João Doria, pediu R$ 20 milhões à maior companhia aérea do Qatar para reforma e manutenção das pontes das marginais e da passarela de Congonhas. Nesta quinta-feira (16), o primeiro compromisso do prefeito em Doha foi uma reunião com o presidente da Qatar Airways, Akbar Al Baker.



Ao final do encontro, o prefeito disse também que não há previsão de mudança da lei Cidade Limpa para instalação de cartazes com o nome da empresa. Na avaliação do tucano, apenas a publicidade natural do investimento será suficiente.



Doria está no Qatar, para mais uma rodada de reuniões com possíveis investidores.

São Paulo
Cidades - Haddad diz que número de vagas em creches é recorde

INTERNACIONAL
internacional - Marcelo Odebrecht es condenado a 19 años de prisión en el caso Petrobras

internacional - As ações do juiz federal Sérgio Moro começaram a surtir efeitos de proporção internacional

Argentina, Chile, França, Angola, Portugal, EUA, Emirados Árabes, entre outros tantos, poderão ter políticos do alto escalão envolvidos na corrupção que deflagrou na crise política brasileira [criada por Lula e seus comparsas].

Marcelo Odebrecht tem o intuito de entregar à Justiça todos os trabalhos "sujos" realizados pela empresa.

A Lava Jato vai além da Petrobrás. A Força-Tarefa investiga outros focos de corrupção como a Eletronuclear, Angra 3, Eletrobras, Belo Monte, etc"

O número de alvos de inquérito no STF aumentou em 168% com as delações de Sérgio Machado e Delcídio do Amaral.

A Lava-Jato continuará avançando e fechando o cerco contra empresas e políticos que utilizaram recursos públicos para fins particulares.

O Banco do Nordeste também é alvo de investigação. O Ministério Público do Ceará encontrou fraudes na concessão de empréstimos com valores altíssimos, chegando a R$ 683 milhões.

Há escândalos também na Funasa (Fundo Nacional de Saúde) em vários Estados, com suspeitas de fraudes e superfaturamento em contratos.
internacional - Um dos governadores constantemente

Yenagoa, exceto para qualquer mudança de última hora, os governadores da zona geopolítica Sul-Sul sob a égide do Sul-Sul Fórum Governadores, SSGF, deverão convergir em Yenagoa, capital do Estado de Bayelsa, aka Jerusalém de Ijaw Nation, fim de semana, depois de anos de apatia, de re-unir e queixo-queixo sobre questões comuns de desenvolvimento.

Embora os detalhes da negociação estão ainda a ser divulgado, uma fonte do governo top disse NDV que a Comissão preparou, a instituição regional estabelecido em 2011 para impulsionar o processo de cooperação e integração entre os estados Sul-Sul, mas que estava de pé sobre a sua últimos pés, vai receber um beijo da vida dos governadores. Braced é um acrônimo para Bayelsa, Rivers, Akwa Ibom, Cross River, Edo e estados Rios. Dickson pega o desafio: NDV aprenderam que seguir nossos relatórios exclusivos sobre a ira dos cidadãos da região sobre a negligência da Comissão preparou e SSGF pelos governadores, e chamá-los a retomar as reuniões regionais, como os seus homólogos de outras partes do país , alguns dos governadores, chamado em seu colega mais velho-serving, Seriake Dickson de Bayelsa a liderar o caminho.

Um dos governadores constantemente sobre o pescoço de Dickson, NDV reunidos era Emmanuel Udom do estado de Akwa Ibom. Outros governadores também chamado e lhe deu suas bênçãos para ir em frente e pedir uma reunião. Além disso, o líder sul-sul e organizador do Delta Fórum Pan Níger, PANDEF, Edwin principal Clark, falou no telefone para Governors Dickson e Ifeanyi Okowa do estado de Delta sobre a necessidade de os governadores para pegar de onde parou a Comissão preparou e sua Forum. confirmação antes de Okowa: Governador Okowa recentemente confirmado pelo Asaba que os governadores se reunir em breve, mas não mencionou data. Nossa fonte confiável, porém, disse: "Governador Seriake Dickson como o mais antigo governador servindo na zona é convocar a negociação, que se destina a promover a unidade e integração ent
internacional - Silêncio de Maputo sobre rapto de português gera mal-estar em Lisboa



Há meses que Portugal se desdobra em pedidos de informação a Maputo sobre o português raptado em Moçambique no Verão passado, mas a única resposta que obteve até agora foi o silêncio.

Perante o prolongado e insólito mutismo das autoridades moçambicanas, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa enviou há duas semanas uma carta ao seu homólogo, o Presidente Filipe Nyusi, para pressionar Maputo e, mais uma vez, pedir informação sobre o desaparecido, um empresário agrícola que há anos trabalha na Beira, no centro do país.

Para espanto de diplomatas e políticos que acompanham o processo, o Presidente Nyusi ainda não respondeu à carta do chefe de Estado português - mais de duas semanas depois de esta ter sido enviada.
Por desejo da família do empresário desaparecido, o caso tem sido gerido em segredo e com enorme discrição. Mas passados sete meses sem informação, sem respostas, sem sinais de que há uma investigação em curso e sem, sequer, uma resposta de cortesia diplomática às missivas de Lisboa, do lado português houve uma clara evolução: o que começou por ser um desconforto e uma desilusão, deu lugar à incredulidade e ao mal-estar.
As démarches portuguesas têm sido feitas ao mais alto nível: gabinete do primeiro-ministro, Ministério dos Negócios Estrangeiros, Procuradoria-Geral da República e Palácio de Belém fizeram contactos formais e informais, diligências por escrito e por telefone, directas e indirectas. O resultado tem sido apenas um: "Nada de nada", resume uma fonte que conhece bem o processo.
O primeiro-ministro António Costa já falou algumas vezes com o seu homólogo Agostinho do Rosário sobre o caso e, no fim do ano passado, ofereceu mesmo a disponibilidade de a Polícia Judiciária portuguesa cooperar com a moçambicana na investigação do misterioso desaparecimento. Mas também essa proposta caiu no vazio. "Não há uma explicação. Não há um sinal de vida. Não há um corpo. Não há abertura para investigar...", lamenta outra fonte que acomp
PORTUGAL - Embaixador de Angola e o caso Manuel Vicente

O embaixador de Angola em Lisboa remeteu nesta sexta-feira para a justiça portuguesa a justificação da acusação ao vice-presidente angolano, mas separou o caso das relações institucionais entre os dois países.


"Quem acusou é que sabe porque é que o fez, mas nós não estamos aqui para comentar isso", afirmou o embaixador Marcos Barrica, à margem de um Fórum de Agricultura Portugal-Angola, organizado em Lisboa.
Directora do DCIAP confirmou arquivamento que terá sido pago por vice de Angola

"Hoje estamos aqui a tratar de questões de cooperação Angola-Portugal na agricultura, pecuária e florestas. É isso que nos interessa hoje", disse o embaixador.

Ainda antes dos comentários do embaixador Marcos Barrica, o ministro da Agricultura angolano, Marcos Nhunga, declarou à imprensa que desconhecia o caso.

"Eu nem me apercebi disto. Nem me apercebi, nem vim cá a Portugal para resolver estas questões", disse o ministro ao ser questionado pela agência Lusa sobre a acusação a Manuel Vicente.

Marcos Nhunga insistiu que apenas faria comentários sobre agricultura.
Vice-presidente de Angola acusado de corromper procurador português

O Ministério Público português acusou na quinta-feira o procurador Orlando Figueira, o vice-presidente de Angola (e ex-presidente da Sonangol) Manuel Vicente, o advogado Paulo Blanco e o arguido Armindo Pires no âmbito da Operação Fizz, relacionada com corrupção e branqueamento de capitais.

Uma nota da Procuradoria-Geral da República (PGR) adianta que Orlando Figueira, que exerceu funções como magistrado do Ministério Público entre Setembro de 1990 e Setembro de 2012, foi acusado de corrupção passiva, branqueamento (em co-autoria com os outros três arguidos), violação de segredo de justiça e falsificação de documento (em co-autoria com os restantes arguidos).

Manuel Vicente, à data dos factos presidente da Sonangol e actualmente vice-presidente de Angola, é acusado de corrupção activa (em co-a
PORTUGAL - Bloqueadas 38 operações bancárias avaliadas em 21,6 milhões



A Justiça bloqueou 38 operações bancárias no valor de 21,6 milhões de euros nos primeiros dez meses do ano passado, por suspeitas de crime de branqueamento de capitais, segundo um relatório da Procuradoria-Geral da República (PGR).
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Os bancos, e outras instituições financeiras, têm o dever legal de comunicar ao Ministério Público (MP) e à Unidade de Informação Financeira da Polícia Judiciária (PJ) as transacções e actividades suspeitas ou sobre as quais tenham razões para acreditar que aconteceu, está em curso ou foi tentada uma prática de branqueamento de capitais.

Os dados, apesar de não incluírem ainda o ano de 2016 completo, permitem já perceber um aumento do número de comunicações feitas pelas instituições, de 2903 em 2014 para 3865 em 2015 e para 4297 de Janeiro a Outubro de 2016.

Em 2014, a Justiça tinha determinado a suspensão de 43 operações bancárias em que estavam em causa a movimentação de 34,3 milhões de euros e, em 2015, 64 operações bancárias avaliadas em 47,1 milhões de euros.

Também nos primeiros 10 meses do ano passado, o portal do Ministério Público Corrupção - Denuncie aqui recebeu 1239 denúncias de corrupção e criminalidade conexa, que deram lugar à instauração de 139 inquéritos e 28 averiguações preventivas.

Os dados da PGR, que constam do relatório síntese Corrupção e Criminalidade Conexa, mostram, no entanto, que estas denúncias não têm tido um crescimento sustentado, ascendendo a 1941 em 2014 e descido para 1476 denúncias em 2015.

Mas em todo o ano judicial de 2015/2016, a PGR registou um aumento de 7%, face ao ano judicial anterior, ao registar um total de 1741 inquéritos sobre crimes de corrupção e criminalidade conexa, como corrupção (617), peculato (457), abuso de poder (371) ou branqueamento de capitais (162).

O branqueamento de capitais, que há três anos mereceu um aviso do Banco de Portugal para obrigar os bancos a medidas de vigilância contra a lavagem de dinheiro e finan
internacional - Alerta en EE.UU. por falsos agentes de inmigración que estafan a indocumentados 

'Al caído, caerle': Alerta en EE.UU. por falsos agentes de inmigración que estafan a indocumentados 


Las denuncias se producen después de una serie de redadas en todo el país, que permitieron la detención de cientos de indocumentados y provocaron el pánico entre la población.
Este miércoles, el fiscal general de Nueva York, Eric Schneiderman, emitió una advertencia acerca de la presencia de estafadores, que haciéndose pasar por agentes del Servicio de Inmigración y Aduanas (ICE, por sus siglas en inglés), intentan estafar a los inmigrantes en situación irregular amenazándolos con la expulsión del país.
En un comunicado oficial, Schneiderman afirmó que su oficina ha recibido una gran cantidad de denuncias al respecto, subrayando que los supuestos funcionarios exigen distintas sumas de dinero. El fiscal aseguró que es inconcebible que se "aprovechen del temor" de la comunidad inmigrante e instó a la ciudadanía a aprender a conocer los métodos de estafa e informar en caso de sospecha.
Al respecto, el funcionario aclaró que un agente autorizado de la ICE nunca pedirá dinero o pondrá en peligro la situación legal de alguien si no se le paga y aclaró que ninguno de ellos cuenta con la autoridad para ingresar a una vivienda sin una orden firmada por un juez.
La alerta se produce después de una serie de redadas en todo el país que permitieron la detención de cientos de indocumentados y provocaron el pánico entre la población. Ante esta situación, organizaciones no gubernamentales como United We Dream, que lucha por los derechos de los inmigrantes, han lanzado campañas que enseñan "qué puede hacer en caso de una redada".
internacional - Alerta en EE.UU. por falsos agentes de inmigración que estafan a indocumentados 

'Al caído, caerle': Alerta en EE.UU. por falsos agentes de inmigración que estafan a indocumentados 


Las denuncias se producen después de una serie de redadas en todo el país, que permitieron la detención de cientos de indocumentados y provocaron el pánico entre la población.
Este miércoles, el fiscal general de Nueva York, Eric Schneiderman, emitió una advertencia acerca de la presencia de estafadores, que haciéndose pasar por agentes del Servicio de Inmigración y Aduanas (ICE, por sus siglas en inglés), intentan estafar a los inmigrantes en situación irregular amenazándolos con la expulsión del país.
En un comunicado oficial, Schneiderman afirmó que su oficina ha recibido una gran cantidad de denuncias al respecto, subrayando que los supuestos funcionarios exigen distintas sumas de dinero. El fiscal aseguró que es inconcebible que se "aprovechen del temor" de la comunidad inmigrante e instó a la ciudadanía a aprender a conocer los métodos de estafa e informar en caso de sospecha.
Al respecto, el funcionario aclaró que un agente autorizado de la ICE nunca pedirá dinero o pondrá en peligro la situación legal de alguien si no se le paga y aclaró que ninguno de ellos cuenta con la autoridad para ingresar a una vivienda sin una orden firmada por un juez.
La alerta se produce después de una serie de redadas en todo el país que permitieron la detención de cientos de indocumentados y provocaron el pánico entre la población. Ante esta situación, organizaciones no gubernamentales como United We Dream, que lucha por los derechos de los inmigrantes, han lanzado campañas que enseñan "qué puede hacer en caso de una redada".
islam
internacional - Lula da Silva lloró ante sus seguidores

Portugal
PORTUGAL - Eduardo dos Santos deixa presidência de Angola em 2018

Parana
internacional - Evangelio Según San Marcos 2, 18-22

Evangelio Según San Marcos 2, 18-22

En una ocasión en que los discípulos de Juan el Bautista y los fariseos ayunaban, algunos de ellos se acercaron a Jesús y le preguntaron: "¿Por qué los discípulos de Juan y los discípulos de los fariseos ayunan, y los tuyos no?" Jesús les contestó: "¿Cómo van a ayunar los invitados a una boda, mientras el novio está con ellos? Mientras está con ellos el novio, no pueden ayunar. Pero llegará el día en que el novio les será quitado y entonces sí ayunarán.

Nadie le pone un parche de tela nueva a un vestido viejo, porque el remiendo encoge y rompe la tela vieja y se hace peor la rotura. Nadie echa vino nuevo en odres viejos, porque el vino rompe los odres, se perdería el vino y se echarían a perder los odres. A vino nuevo, odres nuevos". Palabra del Señor.

AMÉN

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